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  • Mudanças na liberação de medicação para ASMA no rol da ANS
    « Voltar · 26/JUN/2021

    Você sabia que novos medicamentos Imonobiologicos foram incorporados pelos convênios? Segue orientação sobre o tema

     

     

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    Mudanças na liberação de medicação para ASMA no rol da ANS

    NOVAS TERAPIAS PARA OS PACIENTES COM ASMA GRAVE

    " Omalizumabe, Mepolizumabe e Benralizumabe”.

    A cobertura desses medicamentos será através de Diretriz de Utilização Técnica (DUT), para casos de asma grave alérgica e asma grave eosinofílica.

    O paciente deve estar incluído em critérios para o fornecimento da medicação e atestar algumas situações.

    As orientações das Diretrizes sobre ASMA GRAVE, orientam sobre os medicamentos:

    Omalizumabe

    – Incorporação do medicamento para o tratamento da ASMA ALÉRGICA GRAVE.

    Mepolizumabe e Benralizumabe

    – Incorporação do medicamento para o tratamento da ASMA EOSINOFÍLICA GRAVE.

    As regras são descritas abaixo:

    TERAPIA IMUNOBIOLÓGICA ENDOVENOSA OU SUBCUTÂNEA – ASMA ALÉRGICA GRAVE

    1. Cobertura obrigatória do medicamento Omalizumabe para o tratamento complementar da asma alérgica grave, quando preenchidos todos os seguintes critérios:

    – asma não controlada, apesar do uso de corticoide inalatório associado a beta 2 agonista de longa duração;

    – evidência de sensibilização a pelo menos um aero alérgeno perene documentada por teste cutâneo de puntura ou dosagem de IgE sérica específica in vitro; e

    – IgE sérica total, antes do início do tratamento, maior ou igual a 30 UI/ml; e

    – uso contínuo de corticoide oral para controle da asma nos últimos 6 meses ou 3 ou mais exacerbações asmáticas necessitando de tratamento com corticoide oral no último ano.

    TERAPIA IMUNOBIOLÓGICA ENDOVENOSA OU SUBCUTÂNEA –ASMA EOSINOFÍLICA GRAVE

    1. Cobertura obrigatória dos medicamentos Benralizumabe ou Mepolizumabe para o tratamento complementar da asma eosinofílica grave, quando preenchidos todos os seguintes critérios:

    – asma não controlada, apesar do uso de corticoide inalatório associado a beta 2 agonista de longa duração; e

    – contagem de eosinófilos maior ou igual a 300 células/microlitro nos últimos 12 meses;

    – uso contínuo de corticoide oral para controle da asma nos últimos 6 meses ou 3 ou mais exacerbações asmáticas necessitando de tratamento com corticoide oral no último ano.

    É uma grande conquista para a população de portadores de asma grave eosinofílica e alérgica (cerca de 3% da população de asmáticos). Tais pacientes só tinham acesso a essas medicações por via judicial ou pagando. Tais medicamentos são de alto custo.

    Associação Brasileira de Asmáticos

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