A asma grave é uma doença crônica, que atinge cerca de 5% a 10% dos pacientes de asma. Ela é caracterizada quando os pacientes não alcançam os níveis adequados de controle, mesmo com o uso correto de tratamentos e altas doses de medicação.1
A rotina das pessoas com asma grave é bastante prejudicada, pois as crises levam a hospitalizações frequentes, o que impacta na vida escolar ou profissional.2 Até mesmo dormir uma noite inteira, sem despertares noturnos, pode ser um desafio para essas pessoas.
Apesar de representarem a minoria entre o total de pacientes com asma, os brasileiros comasma grave vão ao hospital até 15 vezes mais do que pacientes com asma leve oumoderada, e são até 20 vezes mais hospitalizados.2
A gravidade da asma é estabelecida pelo médico especialista, que avalia tanto os exames realizados, quanto uma análise clínica da rotina do paciente e dos impactos da doença no dia a dia.37
http://asmagrave.novartis.com.br/asma-grave-ou-de-dificil-controle/
O que é Asma grave?
Asma grave, ou asma grau 4, é a forma mais agressiva da doença inflamatória crônica das vias aéreas. O pulmão do asmático é diferente de um pulmão saudável, como se os brônquios dele fossem mais sensíveis e inflamados – reagindo ao menor sinal de irritação.
Se pensarmos em uma pessoa sem a doença, ela sofrerá uma falta de ar quanto estiver exposta a grandes irritações, como a fumaça de um incêndio. Diante desse quadro, o organismo da pessoa identifica os agentes irritantes e faz com que a musculatura que existe em volta do brônquio se contraia, fechando o órgão e impedindo que o ar contaminado entre nos pulmões. O mesmo processo acontece com um paciente que tem asma, só que os gatilhos para causar uma irritação nos brônquios são bem menos intensos do que a fumaça de um incêndio como, por exemplo, uma simples poeira.
Asma é uma das condições crônicas mais comuns, acometendo cerca de 235 milhões de pessoas no mundo todo, segundo a Organização Mundial de Saúde. Estima-se que, no Brasil, quase 40 milhões de pessoas convivam com a asma.
Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, cerca de 10 a 15% dos pacientes com asma grave não conseguem controlar a doença com medicamentos convencionais, que são mais eficazes àqueles que apresentam os tipos leve e moderado. No Brasil, os asmáticos graves chegam a procurar 15 vezes mais hospitais do que os outros pacientes, e são hospitalizados 20 vezes mais.
Para classificar a gravidade da asma, o médico considera a análise clínica juntamente com os resultados dos exames. Determinar o quão grave é a asma auxilia o médico a escolher o melhor tratamento. Além disso, a gravidade da asma pode alterar com o passar do tempo, necessitando um reajuste da medicação.
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/asma-grave
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