O acesso a informações e remédios nem sempre se traduzem no tratamento correto da asma. Muitas pessoas desconsideram os perigos dessa doença por achá-la comum e mantém atitudes arriscadas, como:
Tratar apenas as crises: se as crises são recorrentes, este é um sinal importante de não controle da doença, com risco de hospitalizações e eventos mais graves;
Fazer o tratamento apenas no pronto-socorro: recorrer ao pronto-socorro para tratar as crises da doença, passando por diferentes plantonistas, sem ter o acompanhamento de um único médico dificulta o tratamento adequado;
Não dar continuidade correta ao tratamento: no caso de asma em crianças, estima-se que menos da metade das prescrições sejam seguidas de forma adequada pelos pais, expondo os pacientes a crises agudas de asma e sintomas persistentes;
Dar atenção à asma somente no inverno: há dicas para lidar melhor com a doença durante o período seco do inverno, mas deve-se controlar a asma o ano todo.