Falta de ar, tosse, chiado no peito, despertares noturnos… Se você se identificou com algum desses sintomas – ou identificou os sinais em seu filho – talvez seja hora de repensar os cuidados que ele está recebendo para combater a asma.
Falta de ar, tosse, chiado no peito, despertares noturnos… Se você se identificou com algum desses sintomas – ou identificou os sinais em seu filho – talvez seja hora de repensar os cuidados que ele está recebendo para combater a asma.
Após o susto com as primeiras crises, muitas famílias acabam se acostumando com os sintomas da asma, e passam a acreditar que o filho já está “o melhor possível”. Mas a presença de sinais apenas mostra que a asma não está sob controle e que o tratamento requer cuidados adicionais. “A asma só está controlada quando a criança não manifesta nenhum sintoma. As crianças e pais não podem se acostumar com tosse, chiado ou falta de ar”, revela o Dr. Paulo Pitrez, pneumologista pediátrico e professor da Faculdade de Medicina da PUC-RS.
O médico explica que a vida das crianças com asma tem que ser absolutamente normal e que, para isso, pais e médicos devem buscar o controle da doença. “Medo de correr ou brincar, dias sem poder ir para a escola e os pais para o trabalho… Isso não precisa ser parte da vida de nenhuma família”, ressalta Dr. Pitrez.
Por isso, se seu filho está com dificuldade no controle dos sintomas, converse com o pediatra e avalie o encaminhamento para um pneumologista ou alergologista pediátricos. Além disso, vocês podem avaliar a visita a um Centro de Referência para o Tratamento da Asma. Existem diversos no Brasil, geralmente ligados a universidades e hospitais.
Encontre um Centro de Referência perto de você e saiba mais sobre como cuidar da asma grave em: http://asmagrave.novartis.com.br/vamoscuidardaasmagrave/.
Fonte:Entrevista realizada em agosto de 2016 com Dr. Paulo Pitrez, pneumologista pediátrico e professor da Faculdade de Medicina da PUC-RS. CMR-RS 20.324. Íntegra da entrevista disponível em http://asmagrave.novartis.com.br/vamoscuidardaasmagrave/.
Último acesso em março de 2017.